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13:33
Quais As Melhores Câmeras de 2013? O Site Digital Trends Elegeu Algumas
Escrito por William Santos | terça-feira, 31 de dezembro de 2013 | 13:33
Fim do ano chegou e é tradicional que ocorram retrospectivas, eleições e premiações. O site Digital Trends tem feito várias eleições para os melhores de 2013 no mundo digital e entre uma e outra surgem destaques interessantes em algumas categorias.
Neste ano as câmeras digitais perderam espaço para smartphones, e muitos fabricantes reconheceram isto. E ao perceberem como as compactas estavam sendo engolidas pelos dispositivos móveis, os maiores fabricantes de câmeras resolveram focar nos modelos mais incrementados, com foco principal na qualidade de imagem superior, conquistada com melhores (e maiores) sensores e lentes, mesmo em compactas amadoras e semi profissionais. Sem contar com o avanço nas DSLR.
Na votação dos editores do site Digital Trends, a melhor câmera em 2013 é a Sony Alpha 7. Mas embora ela tenha levado a categoria máxima da premiação, outras câmeras foram mencionadas em categorias distintas, como melhor câmera conectada -- onde a Samsung teve seu modelo NX300 eleito -- melhor câmera prime, uma categoria para câmeras estilosas e caras, que premiou a Fujifilm Finepix X100 entre outras. Confira na galeria abaixo as máquinas que foram mencionadas e eleitas pelo Digital Trends neste final de ano.
Neste ano as câmeras digitais perderam espaço para smartphones, e muitos fabricantes reconheceram isto. E ao perceberem como as compactas estavam sendo engolidas pelos dispositivos móveis, os maiores fabricantes de câmeras resolveram focar nos modelos mais incrementados, com foco principal na qualidade de imagem superior, conquistada com melhores (e maiores) sensores e lentes, mesmo em compactas amadoras e semi profissionais. Sem contar com o avanço nas DSLR.
Na votação dos editores do site Digital Trends, a melhor câmera em 2013 é a Sony Alpha 7. Mas embora ela tenha levado a categoria máxima da premiação, outras câmeras foram mencionadas em categorias distintas, como melhor câmera conectada -- onde a Samsung teve seu modelo NX300 eleito -- melhor câmera prime, uma categoria para câmeras estilosas e caras, que premiou a Fujifilm Finepix X100 entre outras. Confira na galeria abaixo as máquinas que foram mencionadas e eleitas pelo Digital Trends neste final de ano.
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08:19
Os astronautas da ISS, orbitando a Terra, resolveram dar um passeio do lado de fora da estação (na verdade foram consertar uma bomba d'água pifada). Claro que um passeio pelo espaço tinha que ser registrado. Usando uma Nikon D2Xs, o astronauta Richard Mastracchio (mas pode chamar de Rick) fotografou o colega de missão Mike Hopikins, de quebra ainda saiu na foto, refletido no visor do capacete de Hopkins. Ao fundo, simplesmente a imensidão azul do planeta onde a humanidade se abriga.
Belíssima imagem, rica em detalhes e nitidez.
Clique nela, abaixo, para ver em tamanho ampliado, e acompanhar a postagem da NASA no Google+
Uma Imagem Para 2013
Escrito por William Santos | sábado, 28 de dezembro de 2013 | 08:19
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| Rick Mastracchio, autor da foto |
Belíssima imagem, rica em detalhes e nitidez.
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08:30
Smartphones Derrubam Vendas de Câmeras Compactas
Escrito por William Santos | sexta-feira, 9 de agosto de 2013 | 08:30
A Nikon, tradicional fabricante de câmeras de alto desempenho, sobretudo na classe DSLR, essenciais para fotógrafos profissionais, reduziu sua expectativa de lucro com as câmeras mais amadoras -- as compactas -- para este ano. Segundo a Reuters, a fabricante nipônica derrubou sua meta de ¥ 85 bilhões para ¥ 65 bilhões até o fim de 2013. Mas este fato negativo tem um lado positivo para os consumidores.
À medida em que as câmeras nos smartphones foram melhorando, passaram a se tornar preferência entre os consumidores que pretendem ter uma câmera simples para registros diários. A conectividade com as redes sociais também dão uma vantagem aos smartphones (além do fato de serem dispositivos multitarefas) em relação as câmeras compactas. Com isto, os fabricantes de compactas já se colocaram em alerta e começam a estudar formas de sobreviver à concorrência com os smartphones. E a estratégia mais comum tem sido a de dotar as pequenas câmeras de recursos antes vistos apenas em câmeras profissionais, como lentes intercambiáveis e acessórios diversos.
Embora a queda na expectativa da Nikon pareça preocupante, a empresa tem onde se apoiar. O mercado de câmeras de alto desempenho, as DSLR, permanece forte. Como a japonesa tem tradição nesta classe de câmeras, não há muito com o que se preocupar pois outro fenômeno notado é que muitos amantes de fotografia estão se interessando cada vez mais pelas DSLR. Assim a tendência é investir mais em modelos acessíveis a um público que está mais receptivo às pesadas câmeras reflex, compensando a debandada por smartphones.
E não é só a Nikon que tem anunciado redução na demanda por câmeras simples, a Olympus, outra fabricante com tradição no ramo, percebeu uma queda de 12% nesta classe de equipamento. Outra gigante no setor, a Canon, já tinha indicado uma baixa na demanda de câmeras compactas também para este ano. Com isto temos uma tendência a profundas mudanças nas câmeras compactas, para se diferenciarem dos smartphones. E, quem sabe, uma classe de DSLR mais acessíveis.
Digital Trends
À medida em que as câmeras nos smartphones foram melhorando, passaram a se tornar preferência entre os consumidores que pretendem ter uma câmera simples para registros diários. A conectividade com as redes sociais também dão uma vantagem aos smartphones (além do fato de serem dispositivos multitarefas) em relação as câmeras compactas. Com isto, os fabricantes de compactas já se colocaram em alerta e começam a estudar formas de sobreviver à concorrência com os smartphones. E a estratégia mais comum tem sido a de dotar as pequenas câmeras de recursos antes vistos apenas em câmeras profissionais, como lentes intercambiáveis e acessórios diversos.
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| O mercado para as DSLR continua indo muito bem e pode até melhorar nos próximos anos |
Embora a queda na expectativa da Nikon pareça preocupante, a empresa tem onde se apoiar. O mercado de câmeras de alto desempenho, as DSLR, permanece forte. Como a japonesa tem tradição nesta classe de câmeras, não há muito com o que se preocupar pois outro fenômeno notado é que muitos amantes de fotografia estão se interessando cada vez mais pelas DSLR. Assim a tendência é investir mais em modelos acessíveis a um público que está mais receptivo às pesadas câmeras reflex, compensando a debandada por smartphones.
E não é só a Nikon que tem anunciado redução na demanda por câmeras simples, a Olympus, outra fabricante com tradição no ramo, percebeu uma queda de 12% nesta classe de equipamento. Outra gigante no setor, a Canon, já tinha indicado uma baixa na demanda de câmeras compactas também para este ano. Com isto temos uma tendência a profundas mudanças nas câmeras compactas, para se diferenciarem dos smartphones. E, quem sabe, uma classe de DSLR mais acessíveis.
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22:00
Flickr Com 1 Terabyte de Espaço
Escrito por William Santos | terça-feira, 6 de agosto de 2013 | 22:00
Já há um tempinho o Flickr tem oferecido um suporte maior ao armazenamento de imagens. E põe maior nisso, são 1 terabyte de espaço pra acondicionar com folga as fotos.
Assim o Flickr se tornou um dos melhores meios de armazenagem e divulgação de imagens, pois com tanto espaço é possível guardar fotos com o máximo de resolução.
Tenho uma galeria por lá, e alguns dos meus álbuns estão disponíveis sob atribuição Creative Commons, para quem quiser, ou precisar de imagens, poder usar gratuitamente, desde que obedeça os termos da licença, que exige a redistribuição de obra derivada também de forma livre -- mesmo quando em uso comercial -- e com citação da fonte.
O álbum abaixo é praticamente 100% sob licença (atribuição) Creative Commons e suas imagens estão disponíveis para reutilização. Mas tenho outros álbuns com muitas fotos (a maioria do que posto) livres também. Assim colaboro para o compartilhamento de conteúdo na web.
Assim o Flickr se tornou um dos melhores meios de armazenagem e divulgação de imagens, pois com tanto espaço é possível guardar fotos com o máximo de resolução.
Tenho uma galeria por lá, e alguns dos meus álbuns estão disponíveis sob atribuição Creative Commons, para quem quiser, ou precisar de imagens, poder usar gratuitamente, desde que obedeça os termos da licença, que exige a redistribuição de obra derivada também de forma livre -- mesmo quando em uso comercial -- e com citação da fonte.
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| Atribuição – Compartilhamento pela mesma Licença (by-sa) |
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15:11
A Marca Kodak Permanecerá Viva
Escrito por William Santos | terça-feira, 15 de janeiro de 2013 | 15:11
A Kodak morreu, mas sua marca ainda não. Como um fantasma da finada empresa tradicional em equipamentos fotográficos, a marca Kodak deve permanecer por longos anos estampadas em diversos dispositivos de uma empresa americana, a JK.
O acordo é semelhante ao que mantém outras marcas famosas de empresas já extintas, como é o caso da Polaroid. Isto dá uma ideia de quanto é valiosa uma marca bem estabelecida no mercado. Mesmo a empresa já tendo falido, sua marca permanece ai rendendo grana por si só.
Historico de Inovações
Não é para menos, a Kodak inventou a forma como fotografamos hoje em dia, e fez isto duas vezes, iniciando duas eras -- ou uma era e meia -- na história da fotografia. Um de seus fundadores é o inventor do filme fotográfico, feito realizado no final do século XIX. Nada menos do que a tecnologia que colocou uma máquina fotográfica nas mãos de qualquer mortal nos séculos seguinte. Depois, ainda na metade dos anos 70, já no século XX, um de seus engenheiros criou o primeiro sensor capaz de captar imagens e transformá-las em registros digitais. Uma tecnologia que só viria a se popularizar quase vinte anos depois, já nos anos 90.
Se na sua primeira grande invenção a empresa conseguiu se dar bem, na segunda ela dormiu no ponto. Sabe-se lá por qual motivo, mas a Kodak não quis investir nos sensores de imagens digitais. Especula-se que a empresa tenha ficado temerosa em ver o mercado de filmes fotográficos definhar a partir da disseminação daqueles sensores. Naquela época a Kodak faturava rios de dinheiro com os filmes. Máquinas eram produzidas também, mas a principal fonte para a Kodak eram os filmes.
Como todos sabemos, as coisas mudaram bastante logo após o surgimento das máquinas digitais. O que a Kodak temia em 1976, quando viu a tecnologia de sensores de imagens digitais nascer em um de seus laboratórios, aconteceu no início dos anos 90. No ano passado, com o desaparecimento da 'fotografia analógica' cada vez mais próximo, a combalida Kodak pediu falência ao ver sua mina de ouro extinguir-se. A produção de máquinas, já com tecnologia digital, não foi o suficiente para manter a empresa. Este é um exemplo do quando é perigoso, para uma companhia que atua no ramo de tecnologia, acomodar-se diante da possibilidade de inovação.
Outras Companhias Cometeram o Mesmo Pecado
Tudo bem que a Kodak não seja o único exemplo de empresas que tiveram a chance de lançar inovações que mudariam o mundo, mas deram as costas para esta possibilidade. A HP recebeu a honra de ser apresentada ao primeiro protótipo de computador pessoal, quando Steve Wozniak levou seu computadorzinho de madeira até um dos diretores da empresa que não viu nenhum futuro em investir naquilo. Sorte dele e do Steve Jobs que, produzindo seus computadores na garagem de casa, chamaram a atenção da Intel e deu no que deu. A Intel investiu míseros US$ 250 mil na empresa de fundo de quintal deles, com nomezinho um tanto ridículo: Apple Computers. No ano seguinte seus produtos eram uma febre e os caras já estavam nadando na grana.
Com a Xerox não foi diferente. A companhia contratou engenheiros realmente geniais que aprimoraram o conceito de computador pessoal criando tudo o que temos hoje diante de nossas mesas, incluindo mouse e sistemas operacionais com interface intuitiva, cheios de ícones, menus e janelas. Mas o projeto foi recusado porque a Xerox achou extravagante demais -- e não iriam investir uma montanha de grana numa coisa cujo nome era rato. Resultado: depois de serem jogadas no lixo, as inovações produzidas nos laboratórios da Xerox em Palo Alto, nos EUA, se transformaram em bilhões para a Apple e IBM, além da Microsoft. A diferença é que no caso da Kodak a estupidez de rejeitar a chance de inovação armou uma bomba debaixo dos narizes deles. E a contagem regressiva não pôde ser contida pelos esforços da companhia, vindo ao final trágico.
Como uma companhia centenária e com enorme importância para o desenvolvimento de tecnologias voltadas para o mercado fotográfico, ela se manterá como um ícone na história. O fato de hoje, um ano após sua falência, sua marca ser negociada para uso por outras empresas dá uma ideia do quão a Kodak merece ser eterna.
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11:17
Sigma Merrill DP3 - Fotos Digitais Com O Máximo de Detalhes
Um dos problemas com as fotos digitais sempre foi a profundidade de cor e contraste nas imagens geradas pelos sensores das câmeras. Para compensar, fotógrafos costumam realizar pós edição, corrigindo as deficiências. Mas a profundidade de detalhes só aparecem bem mesmo quando são aplicadas técnicas conhecidas pela sigla HDR -- de: High Dynamic Range -- que amplia o alcance dinâmico. Fotografias registradas em filmes, nas máquinas analógicas do passado, não costumavam ter estes problemas e, dependendo da qualidade do conjunto, conseguiam fotografias espetaculares num só clique.
Além da tecnologia embarcada, a Sigma Merrill DP3 tem recursos que possibilitam o controles manuais, quando solicitados. É o caso do foco, que pode passar para as mãos do fotógrafo quando ele quiser, ou ser ativado automaticamente da mesma forma como em qualquer outra câmera amadora.
Além da tecnologia embarcada, a Sigma Merrill DP3 tem recursos que possibilitam o controles manuais, quando solicitados. É o caso do foco, que pode passar para as mãos do fotógrafo quando ele quiser, ou ser ativado automaticamente da mesma forma como em qualquer outra câmera amadora.
[Fonte: Digital Trends]
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